Bloco Ai que Vergonha: mudanças entre as edições

Por equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco
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= História =
== História ==
<p style="text-align:justify"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-size:13.0pt"><span style="font-family:"><span style="color:#1c1e21">No começo dos anos 2000&nbsp;anos pensou- se um nome que fosse chamar atenção, para um&nbsp;movimento cultural na Rocinha, que passa por oficina de percussão, agenda cultural, festival de dança e culmina em um bloco de carnaval. Ai que vergonha, por tratar sempre de temas que são deixados de lado ou até esquecidos pela sociedade local. O movimento se propõe a ser um grito de liberdade, passando mensagens importantes durante o carnaval. Discriminação e preconceito&nbsp;foi seu primeiro enredo, mas tratam&nbsp;também o descaso com a água, o aquecimento global, a importância de cuidarmos da&nbsp;história e local e culminamos com uma homenagem aos baluartes da Rocinha.</span></span></span></span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-size:13.0pt"><span style="font-family:"><span style="color:#1c1e21">Suas cores são homenagens aos três blocos extintos na Rocinha, para dar vida a Acadêmicos da Rocinha. Nas cores Vermelho, verde e azul, brincam foliões durante o carnaval, atravpes do simbulo de união, concretizando um trabalho de longa data e força histórica.</span></span></span></span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-size:13.0pt"><span style="font-family:"><span style="color:#1c1e21">Começam com apenas 300 foliões e, hoje em dia, arrastam&nbsp;quase cem mil foliões em um desfile sem brigas ou roubos. Hoje busca&nbsp;</span></span></span></span></span><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-size:13.0pt"><span style="font-family:"><span style="color:#1c1e21">patrocinadores para melhorar&nbsp;a&nbsp;estrutura e&nbsp;oferecer&nbsp;sempre mais qualidade aos&nbsp;seguidores. As contribuições podem ser feitas por meio de associações. Para mais informações, contatar a [https://pt-br.facebook.com/pg/blocoaiquevergonha/videos/ página do Facebook do bloco].&nbsp;</span></span></span></span></span></p> <p style="text-align:justify">&nbsp;</p>
No começo dos anos 2000 anos pensou-se um nome que fosse chamar atenção, para um movimento cultural na Rocinha, que passa por oficina de percussão, agenda cultural, festival de dança e culmina em um bloco de carnaval. Ai que vergonha, por tratar sempre de temas que são deixados de lado ou até esquecidos pela sociedade local. O movimento se propõe a ser um grito de liberdade, passando mensagens importantes durante o carnaval. Discriminação e preconceito&nbsp;foi seu primeiro enredo, mas tratam&nbsp;também o descaso com a água, o aquecimento global, a importância de cuidarmos da&nbsp;história e local e culminamos com uma homenagem aos baluartes da Rocinha.
 
Suas cores são homenagens aos três blocos extintos na Rocinha, para dar vida a Acadêmicos da Rocinha. Nas cores Vermelho, verde e azul, brincam foliões durante o carnaval, atravpes do simbulo de união, concretizando um trabalho de longa data e força histórica.
 
Começam com apenas 300 foliões e, hoje em dia, arrastam&nbsp;quase cem mil foliões em um desfile sem brigas ou roubos. Hoje busca patrocinadores para melhorar a estrutura e oferecer sempre mais qualidade aos seguidores. As contribuições podem ser feitas por meio de associações. Para mais informações, contatar a [https://pt-br.facebook.com/pg/blocoaiquevergonha/videos/ página do Facebook do bloco].
 
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Edição das 09h30min de 10 de novembro de 2022

História

No começo dos anos 2000 anos pensou-se um nome que fosse chamar atenção, para um movimento cultural na Rocinha, que passa por oficina de percussão, agenda cultural, festival de dança e culmina em um bloco de carnaval. Ai que vergonha, por tratar sempre de temas que são deixados de lado ou até esquecidos pela sociedade local. O movimento se propõe a ser um grito de liberdade, passando mensagens importantes durante o carnaval. Discriminação e preconceito foi seu primeiro enredo, mas tratam também o descaso com a água, o aquecimento global, a importância de cuidarmos da história e local e culminamos com uma homenagem aos baluartes da Rocinha.

Suas cores são homenagens aos três blocos extintos na Rocinha, para dar vida a Acadêmicos da Rocinha. Nas cores Vermelho, verde e azul, brincam foliões durante o carnaval, atravpes do simbulo de união, concretizando um trabalho de longa data e força histórica.

Começam com apenas 300 foliões e, hoje em dia, arrastam quase cem mil foliões em um desfile sem brigas ou roubos. Hoje busca patrocinadores para melhorar a estrutura e oferecer sempre mais qualidade aos seguidores. As contribuições podem ser feitas por meio de associações. Para mais informações, contatar a página do Facebook do bloco.

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