Centro de Direitos Econômicos e Sociais (CDES)

Por equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco
Revisão de 15h47min de 29 de janeiro de 2021 por Vitor Martins (discussão | contribs)

Informações retiradas das redes oficiais da organização.  

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Sobre

O Centro de Direitos Econômicos e Sociais – CDES é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos que tem por objetivo promover o respeito e a proteção dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais (Dhesca), notadamente o direito à moradia digna e a defesa da ordem urbanística, o direito á cidade, a função social da propriedade, o direito e o acesso à terra, o direito á participação popular, o direito à alimentação, o direito ao trabalho digno, o direito á educação, cultura e desporto, o direito à saúde, o direito do consumidor, os direitos civis e políticos, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado em favor da coletividade, grupos sociais desfavorecidos e vulneráveis, minorias e das futuras gerações.

 

O CDES surgiu em 2001 dentro do ambiente social e político de realização do I Fórum Social Mundial que acontecia na cidade de Porto Alegre, onde tem sua sede desde então.  

 

Na perspectiva de contribuir para a promoção de cidades mais justas, o CDES desenvolve as suas ações a partir de cinco eixos temáticos: Conflitos Fundiários, Direito à cidade e políticas públicas, gentrificação, regularização fundiária e reassentamentos.  

 

Para o CDES os direitos humanos não são apenas normas internacionais, nem somente o que anunciam os Comitês de Direitos Humanos das Nações Unidas. Para o CDES, direitos humanos são também processos sociais de luta pela dignidade humana. Processos sociais concretos que buscam a garantia efetiva dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais. Esses processos de luta são ações direcionadas às transformações sociais. Uma relação do homem com o mundo que visa transformar, mudar paradigmas e garantir direitos.  

 

O CDES acredita que para essa transformação, faz-se necessário a promoção e a potencialização de uma nova cidadania. Não a cidadania da mídia que promove somente a conscientização de direitos, mas uma cidadania comprometida com uma efetiva conquista de direitos pelos grupos vulneráveis mediante processos sociais concretos, uma verdadeira práxis de direitos humanos.

   


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