Jócio Barboza (entrevista): mudanças entre as edições

Por equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco
Sem resumo de edição
(criei resumo da entrevista)
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A entrevista faz parte da pesquisa: “Memória, propriedade e moradia: os usos políticos do passado como luta pelo direito á cidade em uma favela de Duque de Caxias” desenvolvida pela UERJ-FEBEF - Faculdade de Educação da Baixada Fluminense. O Material de pesquisa foi gentilmente cedido ao Dicionário de Favelas Marielle Franco em sua íntegra.
A entrevista faz parte da pesquisa: “Memória, propriedade e moradia: os usos políticos do passado como luta pelo direito á cidade em uma favela de Duque de Caxias” desenvolvida pela UERJ-FEBEF - Faculdade de Educação da Baixada Fluminense. O Material de pesquisa foi gentilmente cedido ao Dicionário de Favelas Marielle Franco em sua íntegra.
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== Resumo da Entrevista ==
== Resumo da Entrevista ==
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Jócio de Jesus é natural do município do Rio de Janeiro. Filho de Sr. Barbosa, ele nasceu em 1959 e é o caçula de três irmãos. Ele morou, desde os 6 anos no bairro Parque Felicidade, que faz divisa com a Vila Operária. Se formou Técnico em Edificações no Colégio Duque de Caxias e começou a trabalhar na prefeitura com apenas 18 anos de idade.
 
Jócio conta que seu pai veio de Alagoas para o Rio de Janeiro ainda jovem e trabalhou do porto antes de iniciar sua caminhada política, fazendo uma campanha de direito à moradia. Seu Barbosa, segundo ele, fundou a Vila Operária, cedendo terras para quem precisasse de um lugar para viver.
 
Ele diz que foi criado no meio político junto com seu pai e sua atuação foi mais significativa depois dos 16 anos, durante a campanha de seu pai. Durante a entrevista Jócio relembra das primeiras demarcações de lotes dos primeiros moradores da Vila Operária e de situações inusitadas que viveu durante a campanha política de seu pai, ele lembra de vereadores que eram aliados políticos do seu pai, nomes como Lourenço Ferreira e Oswaldo Lima e relembra também do episódio em que seu pai foi detido durante a ditadura militar e, depois de ser solto, ficou exilado em Mauá.
 
Jócio conta que seu pai, mesmo depois de já estar avançado em idade, quis fazer Direito e se formou pela Unissuam de Bonsucesso. Quando questionado do motivo que fez seu pai se formar em Direito ele diz que ''"Ele Gosta Sempre Das Coisas Certinhas Então Acho Que Ele''
 
''Ligou Uma Questão A Outra. Ele Sempre Gostou De Discursar, Ele Sempre Foi Orador''
 
''Das Coisas, Orador Pra… Politico Né, Se Deixasse Ele Falar…"''<ref>[''pag. 21'']
 
MA: Porque o Direito Cê Sabe Falar…?
 
JB: Eu imagino que Ele Gosta Sempre Das Coisas Certinhas Então Acho Que Ele
 
Ligou Uma Questão A Outra. Ele Sempre Gostou De Discursar, Ele Sempre Foi Orador
 
Das Coisas, Orador Pra… Politico Né, Se Deixasse Ele Falar…</ref>


== Entrevista na Íntegra ==
== Entrevista na Íntegra ==
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[[Categoria:Temática - Depoimentos]]
[[Categoria:Temática - Depoimentos]]

Edição das 21h36min de 24 de novembro de 2023

A entrevista faz parte da pesquisa: “Memória, propriedade e moradia: os usos políticos do passado como luta pelo direito á cidade em uma favela de Duque de Caxias” desenvolvida pela UERJ-FEBEF - Faculdade de Educação da Baixada Fluminense. O Material de pesquisa foi gentilmente cedido ao Dicionário de Favelas Marielle Franco em sua íntegra.

Jócio de Jesus

Resumo da Entrevista

Jócio de Jesus é natural do município do Rio de Janeiro. Filho de Sr. Barbosa, ele nasceu em 1959 e é o caçula de três irmãos. Ele morou, desde os 6 anos no bairro Parque Felicidade, que faz divisa com a Vila Operária. Se formou Técnico em Edificações no Colégio Duque de Caxias e começou a trabalhar na prefeitura com apenas 18 anos de idade.

Jócio conta que seu pai veio de Alagoas para o Rio de Janeiro ainda jovem e trabalhou do porto antes de iniciar sua caminhada política, fazendo uma campanha de direito à moradia. Seu Barbosa, segundo ele, fundou a Vila Operária, cedendo terras para quem precisasse de um lugar para viver.

Ele diz que foi criado no meio político junto com seu pai e sua atuação foi mais significativa depois dos 16 anos, durante a campanha de seu pai. Durante a entrevista Jócio relembra das primeiras demarcações de lotes dos primeiros moradores da Vila Operária e de situações inusitadas que viveu durante a campanha política de seu pai, ele lembra de vereadores que eram aliados políticos do seu pai, nomes como Lourenço Ferreira e Oswaldo Lima e relembra também do episódio em que seu pai foi detido durante a ditadura militar e, depois de ser solto, ficou exilado em Mauá.

Jócio conta que seu pai, mesmo depois de já estar avançado em idade, quis fazer Direito e se formou pela Unissuam de Bonsucesso. Quando questionado do motivo que fez seu pai se formar em Direito ele diz que "Ele Gosta Sempre Das Coisas Certinhas Então Acho Que Ele

Ligou Uma Questão A Outra. Ele Sempre Gostou De Discursar, Ele Sempre Foi Orador

Das Coisas, Orador Pra… Politico Né, Se Deixasse Ele Falar…"[1]

Entrevista na Íntegra

  1. [pag. 21] MA: Porque o Direito Cê Sabe Falar…? JB: Eu imagino que Ele Gosta Sempre Das Coisas Certinhas Então Acho Que Ele Ligou Uma Questão A Outra. Ele Sempre Gostou De Discursar, Ele Sempre Foi Orador Das Coisas, Orador Pra… Politico Né, Se Deixasse Ele Falar…