Comunicação Comunitária e Midiativismo: conceitos, métodos e experiências de pesquisa em dialogia (livro)

Por equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco
Organizadores: Izabel de Rohan, Hércules Xavier, Marcelo Ernandez e Milene Couto.
A capa do livro contém imagens que representam a democratização do acesso à informação, o midiativismo em ação, uma faixa em protesto de rua o qual clama por reforma política e democratização da mídia com participação popular; e uma projeção de uma frase - em forma de prostesto - no corpo de uma criança negra, a qual afirma: "Estado, Justiça e Polícia a serviço do genocídio negro."
Capa do livro feita por Luis Pedro Lucas Rosa.

Sobre o livro[editar | editar código-fonte]

Neste livro, é apresentada a trajetória de dez anos de pesquisa, extensão e ensino do Laboratório de Comunicação Dialógica (LCD). A contribuição para a construção de conhecimentos e apoio à pessoas e grupos no âmbito da comunicação dialógica, tendo sempre como pano de fundo a utopia da democratização da informação, foram os objetivos atingidos ao longo desses anos de história. Sendo assim, para comemorar o décimo aniversário do LCD, foram reunidos, nesta obra, nove artigos que foram publicados em revistas científicas durante esse período. Ou seja, este livro comemora conquistas, além de encerrar um ciclo.

Com a organização de Izabel de Gohan, Marcelo Ernandez, Hércules Xavier e Milene Couto, o livro possui parceria do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), dirigido por Claudia Santiago, para a publicação do mesmo. Em face desse panorama, o seu conteúdo reafirma a importância do fazer jornalístico, o qual não pode mais ser colocado apenas como uma alternativa à comunicação. Afinal, a cominação comunitária é uma das principais ações jornalísticas e de grande destaque nacional nos dias de hoje.

Além dos organizadores já citados, o livro conta com a participação de Gizele Martins e Marcio de Souza Castilho, como prefacistas, e com os autores: Marcelo Ernandez Macedo, Livia Maria Abdalla Gonçalves, Artur Seidel Fernandes, Jenifer Silva dos Santos, Milene Santos Couto, Flávio da Rocha Pires Silva, Alessandra Cardoso, Elis Carneiro da Silva, Bárbara Bandini e Maísa Ferreira.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A divisão do livro ocorre em três partes. Na primeira parte há dois artigos conceituais e outro que discute métodos de pesquisa em comunicação popular. O primeiro trata da relação entre os conceitos de comunidade e comunicação comunitária.

A segunda parte consiste em uma trilogia desenvolvida a partir de uma extensa pesquisa sobre o midiativismo, fenômeno que ganhou impulso a partir das Jornadas de junho de 2013. Em cada artigo, é explicada a formação, o funcionamento e a ideologia dos grupos de midiativismo no Rio de Janeiro.

No primeiro artigo da terceira parte, é tratada a importância da sustentabilidade para esse campo da comunicação e, podemos dizer, para os movimentos sociais em geral. O segundo compara três experiências de distribuição de jornais comunitários e, por último, é trazida uma pesquisa sobre experiências de transformação das estruturas da comunicação na América Latina.

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