Gizele de Oliveira Martins: mudanças entre as edições

Por equipe do Dicionário de Favelas Marielle Franco
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[[Arquivo:Foto da entrevista cm Gizele Martins.jpg|alt=Foto de Gizele Martins sorrindo em meio a entrevista|miniaturadaimagem|Gizele Martins. Foto de  Jeferson Mendonça.]]
Jornalista, comunicadora comunitária e pesquisadora, mestre em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). Moradora do Complexo da Maré, Gizele é autora do livro “Militarização e censura – a luta por liberdade de expressão na Favela da Maré” (2019), articuladora da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadoras/es e desde 2020 integra o coletivo Frente de Mobilização da Maré. A Frente de Mobilização da Maré teve início em março de 2020 durante a pandemia de Covid-19, como uma iniciativa de comunicadores comunitários da Maré. O objetivo inicial foi suprir os moradores das comunidades da Maré de informação sobre a importância de se proteger, lavar as mãos, usar máscaras e respeitar o isolamento social. Nesse período foram atendidas cerca de 4 mil famílias por mês com cestas básicas e kits de higiene.   
Jornalista, comunicadora comunitária e pesquisadora, mestre em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). Moradora do Complexo da Maré, Gizele é autora do livro “Militarização e censura – a luta por liberdade de expressão na Favela da Maré” (2019), articuladora da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadoras/es e desde 2020 integra o coletivo Frente de Mobilização da Maré. A Frente de Mobilização da Maré teve início em março de 2020 durante a pandemia de Covid-19, como uma iniciativa de comunicadores comunitários da Maré. O objetivo inicial foi suprir os moradores das comunidades da Maré de informação sobre a importância de se proteger, lavar as mãos, usar máscaras e respeitar o isolamento social. Nesse período foram atendidas cerca de 4 mil famílias por mês com cestas básicas e kits de higiene.   


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Equipe de projeto participante da entrevista: Cristiane d'Avila, Luíza Henriques, Nathalia Mendonça, Jeferson Mendonça e Renata Borges.
Equipe de projeto participante da entrevista: Cristiane d'Avila, Luíza Henriques, Nathalia Mendonça, Jeferson Mendonça e Renata Borges.
Fotos: Jeferson Mendonça


===Roteiro===
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== Podcast ==
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https://open.spotify.com/episode/5zbLt7lE3Hz2RSmeyKaWVQ?si=LAkBJqEaR0C8xX1BaW8-MA
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Edição das 16h39min de 17 de fevereiro de 2025

Foto de Gizele Martins sorrindo em meio a entrevista
Gizele Martins. Foto de Jeferson Mendonça.

Jornalista, comunicadora comunitária e pesquisadora, mestre em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). Moradora do Complexo da Maré, Gizele é autora do livro “Militarização e censura – a luta por liberdade de expressão na Favela da Maré” (2019), articuladora da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadoras/es e desde 2020 integra o coletivo Frente de Mobilização da Maré. A Frente de Mobilização da Maré teve início em março de 2020 durante a pandemia de Covid-19, como uma iniciativa de comunicadores comunitários da Maré. O objetivo inicial foi suprir os moradores das comunidades da Maré de informação sobre a importância de se proteger, lavar as mãos, usar máscaras e respeitar o isolamento social. Nesse período foram atendidas cerca de 4 mil famílias por mês com cestas básicas e kits de higiene.

Sobre a entrevista

A entrevista com Gizele de Oliveira Martins foi realizada às 14 horas do dia 02 de julho de 2025 na sala 9 do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz.

Equipe de projeto participante da entrevista: Cristiane d'Avila, Luíza Henriques, Nathalia Mendonça, Jeferson Mendonça e Renata Borges.

Roteiro

A entrevista semiestruturada seguiu o seguinte roteiro:

BLOCO 1 - ENTREVISTADA(O) E COLETIVO

  1. Por favor, se apresente e conte a sua história com o coletivo no qual atua.
  2. Descreva o trabalho do seu coletivo de comunicação [ou instância equivalente] e quando ele foi iniciado.
  3. Qual a abrangência territorial dessas ações?
  4. Que canais de comunicação são utilizados?
  5. Quais são seus públicos prioritários?
  6. Quantas pessoas trabalham com comunicação e em quais funções?
  7. Na sua perspectiva, há disponibilidade adequada de recursos em termos de pessoal, tempo e dinheiro para a atuação do coletivo de comunicação? Se não, o que pode ser melhorado?
  8. O coletivo dispõe de infraestrutura material? Essa estrutura é adequada?
  9. Como comunicadora, o que você pensa sobre o processo de documentação do seu trabalho e de outros parceiros de sua rede no coletivo? Nesta perspectiva, que documentos considera importantes preservar e por quê?

BLOCO 2 - COMUNICAÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE

  1. O que é Promoção da Saúde para você?
  2. Como você avalia a atuação do seu coletivo nesse trabalho, é possível disponibilizar informações qualificadas sobre saúde para seus públicos?
  3. Quais as possibilidades e os limites da prática de comunicação dos coletivos em seus contextos de atuação?
  4. O coletivo onde você atua possui algum tipo de canal de escuta dos moradores sobre sua situação de vida, saúde, trabalho, e deslocamento na comunidade (ou outros assuntos)?
  5. Você percebe algum impacto da comunicação na vida e na promoção da saúde da população moradora do seu território? Qual/quais?
  6. Quais são os atravessamentos na sua própria saúde que você sente morando e trabalhando nesse território?
  7. Você se vê representada(o) nas pesquisas acadêmicas como sujeito?

Podcast

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